segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

a infinitude do segundo.

um segundo, talvez dois. é o que basta, é o pouco necessário. o segundo é grande, é infinito, é tempo que passa rápido porque que a gente apressado, não deixa ele parecer congelado. são poucos segundos que se precisa, aqueles segundos decisivos de fim de jogo. é quando se tropeça e tudo diminui de velocidade, a gente vive uma vida entre o tropeço e a queda. a gente raciocina e depois perde a razão, a gente se desespera, depois relaxa. a gente faz de tudo. fazemos de tudo em um ou dois segundos. esse tempo que parece curto, que parece pouco, é tudo o que define uma vida. é a escolha de dobrar a esquina, de lembrar de desligar a luz, de se apaixonar. aquele maldito segundo que não tem volta, aquele segundo definitivo. é o que transforma a gente no que quisermos, e é o que já nos fez ganhar e perder tantas vezes antes. é aquele pedaçinho de vida ignorado por nós, aquele pedaçinho de tempo é o deus que nos abre as possibilidades. basta apenas um segundo ou dois pra dar um sorriso, pra encontrar uma boa resposta, pra cruzar um olhar ou decidir cruzar a rua. um segundo ou dois bastam pra construir ou destruir uma amizade; pra ganhar tudo, ou pôr tudo a perder.

Um comentário:

lis disse...

maldito segundo que não tem volta,
mas relembrado
sengundo sem demora..

carol, te amo todos os segundos da minha vida...

tah exagerei ne'?
hehehe
mas e' quase todos, tah?!

bjao