quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
trépido sossego
me encontro às vezes, sem ter marcado hora. me descubro comigo mesma, sem ter planejado chegar até mim. curativos já são pouco necessários, quase não há dor. tudo o que houve foi perdoado. isentei-me de todas as culpas. o vento chega quando a pele se contrái de sol. e se há muito frio para mover-me, um misterioso calor interno me alivia. só me amedrontam aqueles dias, os dois ou três últimos dias. mas isto pq me acorrentei à esses modos de enxergar, que não são meus. mas tudo isso se ameniza à medida que o vento canta. e eu vou vivendo esses meus encontros tão quietos e repentinos, que vou ficando em sossego. e se penso em mais alguém é pq não sei o que pensar, pois se há alguma dúvida é sobre se o amor é morrer ou matar.
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Um comentário:
milhões de vidas para milhões de amores!
oh ingenuidade dos poetas que a realidade não perdoa
e q um dia tbm provará q estavam certos
quando vislumbraram amar sem trair todas as garotas
precisamos achar o caminho para a eternidade!
precisamos de uma tênue brisa de serenidade para criarmos atmosféras
é tão pouco mas está tão longe, tão longe o quanto achamos q está
e assim perdemos... trocando verões por primaveras.
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