quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

sou

sou a confusão em mim, sou a disfunção em mim. sou em mim os pedaçinhos, desde os inhos até os ãos. sou navegação, mesmo que sem barco. sou guia, mas sou guia sem coleira. sou o que nunca descobri, e o inverno traz o vento cantante só pra me dizer: que sou o que sou e mesmo assim, nada resta em mim que não seja ilusão.

Um comentário:

Anônimo disse...

Carolina, gostei muito do teu texto. tem uma brisa de melancolia. meio blue, meio zen."sou navegação, mesmo sem barco. / sou o que nunca descobri."
muito legal mesmo.
antes de deixar um beijo,
deixo estes dois sites pra conheceres:
www.ameopoema.com.br
www.ospoets.com.br
espero que gostes.
agora sim... um beijo.